sexta-feira, 15 de julho de 2011

Sincera

O que dizer da catacrese que insulta a mandíbula estressada que fala tentando alcançar o nível de hierarquia adormecido pela constante soneira do favo de mel? Favo de mel que insta a retícula endoplasmática de verdade que sai do siso de pífaro tentando ser mais que instinto. Instintivamente sinto a serenidade tentando corroer a tentativa de ser sincero, mas ser sincero é atitude simples demais para a "dromedariedade" contrariada se de fato existe uma colocação formal para a eloquente forma de transigir a colméia estonteante da sirene. Ah, vida, envolvente em meu coração que me faz refletir, quero a serenidade da sinceridade de fato e não a complexidade do falatório intransigente da "pampúria" do medo e da colocação simulada da estonteante manipulação...

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Quem sou eu pra amar?

O que entendo sobre amar?
Quem sou eu pra dizer alguma coisa
Sobre esse verbo tão singular?

Amar é mais que ter sede, é mais que ter fome
É mais que ter frio e querer se esquentar
Amar é mais que sonhar, acordado ou deitado
Amar é mais que querer amar

Amar é um sonho possível, amar é se entregar
Amar é querer estar no outro lugar, é se colocar
No lugar do objeto do seu amar

Amar é abraçar com a alma
Amar é chorar
Amar é não ter limites pra amar

O que posso dizer sobre amar?
Que sou eu pra me expressar
Em palavras fúteis sobre o que é amar?

Não há o que falar sobre amar, há o que amar
Falar é demais, falar é filosofar
Quero amar, de verdade, na realidade
Sem ilusão, do jeito que me ensinaste amar
Do jeito simples e sincero de amar.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Eu disse...

Eu não disse que seria fácil
Também não disse que seria simples
Eu disse que você conseguiria
Que eu estaria com você todos os dias
Que eu te guiaria
Que te daria tudo que precisasse
Confie em mim
E não te estribes no teu próprio entendimento
Confie em mim
E escute a minha voz
A minha voz muda tudo em você
A minha voz te dá a direção
E em mim, você pode todas as coisas
Em mim, você é vencedor
Em mim sua vida tem um a razão,
Maior sou eu em você, do que o mundo
E a força do mundo em você.
Eu amo você.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Por que o amor...

Por que é que quando amamos, não falamos?
Temos medo de magoar? Ou de ser magoados?
Deixamos o aperto tomar conta do coração
E vemos o que queremos se indo, como um vento que vai

Por que é que quando amamos, não falamos?
Temos medo de errar?
Temos muitas referências de amores errados e deturpados?
O que é o amor, afinal?
Não é essa mera onda que muitos tentam surfar
Que morre na praia por ser do mar
Que não conhece a terra onde devo pisar
Terra firme, terra onde quero estar
Com esse amor, e ver a onda do mar
Ver o sol se pôr e saber que nada mais importa
Se eu souber amar.